sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Há falta de casas para arrendar
A procura de casas para arrendar está a ser muito maior do que a oferta. Seria necessário pelo menos o dobro das casas no mercado de arrendamento para responder à procura.
Dados da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal indicam que há cada vez mais portugueses a optarem pelo mercado do arrendamento.
Mas para fazer face à elevada procura seria necessário que houvesse no mercado pelo menos o dobro das casas, até mesmo para que o arrendamento atingisse valores razoáveis.
Metade das pessoas que procuram casa para arrendar não encontram rendas dentro daquilo que pretendem ou podem pagar.
Por outro lado, e segundo o INE, a crise destruiu no último ano 40 por cento dos postos de trabalho em actividades imobiliárias, o correspondente a 15 mil empregos, e ao encerramento de mais de 100 empresas do sector.
A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária culpa a crise que impôs um travão a fundo nos créditos à habitação.
Fonte: tsf (adaptado - CasaSapo)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Como ser um bom cliente bancário
Os bancos estão cada vez mais exigentes na concessão de crédito.
Se há alguns anos quase bastava estar apenas disposto a comprar casa para aceder a ‘spreads' baixos - que chegaram a ser próximos de 0% - hoje a realidade é bastante diferente. A maior restrição na concessão de crédito e o crescente malparado estão a levar os bancos a limitarem ao máximo as condições para que se seja considerado um bom cliente no recurso ao crédito à habitação.
Para ter o ‘spread' mais baixo, os clientes têm que apresentar rácios de financiamento/garantia muito baixos, subscrever um leque abrangente de produtos do banco, e ao mesmo tempo pedir financiamentos muito elevados e apresentar taxas de esforço baixas. Saiba como poderá ser um bom cliente para o seu banco.
1. Rácios de financiamento/garantia inferiores a 60%
Há uns anos garantir um financiamento de 100% do valor do imóvel não era difícil, mas hoje as condições exigidas são bem mais restritivas. Por isso, quanto maior for a entrada que der para a casa, maiores são as probabilidades de aceder a um ‘spread' mais vantajoso. Para chegar ao ‘spread' mínimo no Caixa Galicia e no Popular, por exemplo, tem de apresentar um rácio LTV (‘loan to value') igual ou inferior a 60%. Ou seja, terá de pedir um empréstimo equivalente a apenas 60% do valor de avaliação do imóvel.
2. Subscrição de produtos
Quanto maior o envolvimento com o banco, mais fácil é contratar um ‘spread' baixo. A iniciativa costuma ser da própria instituição que, aquando da negociação do crédito, sugere ao cliente a subscrição de produtos ou serviços que servem de bonificação para fazer baixar o ‘spread'. Para ter acesso ao ‘spread' mínimo, contudo, os bancos exigem a contratação de um leque alargado de produtos. No caso da Caixa Galicia, para conseguir o ‘spread' mínimo de 0,5%, o cliente terá que subscrever um cabaz de sete produtos/serviços (domiciliação do ordenado, domiciliação de pelo menos dois pagamentos regulares, cartão de débito e outros três produtos com a opção entre seguros de vida, multi-riscos habitação, de protecção ao crédito, um PPR ou uma aplicação financeira superior a 15 mil euros). Também o BBVA e o Popular exigem a adesão a pacotes similares de produtos e serviços para oferecerem o ‘spread' mínimo.
3. Montantes de financiamento elevados
Para garantir um ‘spread' mínimo não basta o rácio LTV ser baixo, como ao mesmo o montante de financiamento tem que ser alto, o que restringe ainda mais os clientes elegíveis para aceder ao crédito à habitação porque o imóvel em questão terá que ter um valor muito elevado. No banco Popular, por exemplo, o ‘spread' mínimo de 0,6% só é válido para montantes de financiamento acima de 200 mil euros e um rácio LTV de 60%. Isto significa que o valor do imóvel deverá ser superior a 333 mil euros.
4. Taxas de esforço baixas
Face ao crescendo no malparado, as condições de cumprimento dos compromissos com o crédito são cada vez mais uma preocupação para os bancos. A medida de referência para saber se é um cliente cumpridor é apresentar uma taxa de esforço inferior a 35% do rendimento mensal disponível. Por exemplo, se o seu agregado familiar receber mil euros líquidos mensais, as prestações dos créditos (habitação, automóvel, pessoal, etc) nunca deverão ser superiores a 350 euros.
Fonte: Económico
Etiquetas:
Financiamento
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Portugal é o terceiro país preferido dos ingleses para comprar casa
Portugal é o terceiro país preferido dos ingleses para comprar casa, segundo um artigo publicado na revista britânica "a place in the sun", especialista no sector. Portugal, que em 2010 era quarto da lista, está este ano na terceira posição. Os motivos apresentados pelos ingleses são, entre outros, a existência de lugares idílicos no país e os preços atractivos das habitações nacionais. A liderar o ranking continua a Espanha, logo seguida pela França
O sol, a praia, as infra-estruturas e as oportunidades imobiliárias são os motivos que mais pesam nas escolhas dos ingleses na hora de comprar uma casa fora do seu país. A opção preferencial por Espanha tem sobretudo a ver com o baixo volume de venda de imóveis na costa espanhola e nas ilhas baleares e Canárias, o que oferece uma multiplicidade de oportunidades. Um dos exemplos mencionados é a região de Múrcia, com casas à venda "a partir de 90.000 euros". A proximidade geográfica e a facilidade de acessos também pesam na escolha, o que, neste caso, também favorece Portugal
veja, em baixo, o ranking elaborado pela revista “a place in the sun":
Fonte: idealista news
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
RE/MAX quer ter 250 agentes RE/MAX Collection
A Remax Collection quer terminar 2011 com 250 agentes, mais 74% do que no final de 2010. A marca da Remax que faz a mediação de imóveis de luxo que valem, em média 710 mil euros, cresceu 9% o ano passado, tendo registado um valor de imóveis transaccionados de 77,4 milhões de euros.
A Remax Collection transaccionou imóveis no valor de 77,4 milhões de euros em 2010, um crescimento de 9% em relação ao ano anterior. Aquelas transacções traduziram-se num volume de negócios de 17,6 milhões de euros para a marca da Remax que se dedica à comercialização de imóveis cujo preço médio ronda os 710 mil euros.
Em declarações ao OJE, Beatriz Rubio, CEO da Remax, e responsável pela marca dedicada ao segmento de luxo, a Remax Collection conta actualmente com uma carteira de trezentos imóveis, que no conjunto representariam um volume de negócios de 383,8 milhões de euros. Os imóveis da Remax Collection representam menos de 5% da totalidade dos imóveis angariados pela Remax. Ao longo do tempo, "num universo de quase 41 mil imóveis, foram angariados mais de dois mil imóveis Collection que correspondem às características de um imóvel de luxo", comentou.
A estratégia para este ano "passa por solidificar a marca, aumentando o número de agentes - de 143 para 250 - para abranger todo o país e aumentar o número de imóveis. Passa também por garantir a satisfação total dos clientes neste segmento de mercado".
Segundo Beatriz Rubio, o público da Remax Collection é mais restrito e quer ter uma garantia de serviço de excelência. "No mercado de luxo, o cliente tem necessidades diferentes. Dá valor à discrição, à apresentação. E estes são factores que devemos satisfazer através desta marca e deste serviço", explica.
A Remax Collection opera num mercado cuja dimensão não está calculada. Segundo Beatriz Rubio "qualquer dado é sempre falível por uma razão muito simples: não há estatísticas oficiais nacionais sobre o que representa este nicho de mercado, no conjunto do mercado nacional de mediação". Neste mercado operam outras marcas como a Sotheby's ou a Christie's, explicou.
Beatriz Rubio explicou que o funcionamento da Remax Collection é exactamente igual ao da Remax em geral. "Os agentes Collection, profissionais habituados a trabalhar este segmento, angariam imóveis de luxo. Os agentes têm de ser certificados pela Remax Portugal, através de formação específica ministrada pelo master, onde aprendem as melhores técnicas de venda deste tipo de imóveis", descreveu. "Este imóveis têm um valor superior e detalhes únicos que vão desde a arquitectura, às áreas, passando pelos acabamentos. A comercialização destes imóveis é feita de maneira diferente até porque estes são clientes diferentes, com mais poder de compra e que, muitas vezes, desejam manter o anonimato durante todo o processo", acrescentou.
Em termos globais, "dentro de cinco anos, prevemos que a Remax Portugal atinja os 40% de quota de mercado que temos delineado como objectivo principal da rede até 2014", explicou a responsável.
O luxo cresce apesar da crise
Beatriz Rubio considera que, por natureza, o mercado de luxo resiste facilmente a tempos de crise. "E esta é uma mais-valia que os nossos agentes certificados Collection aproveitam". A CEO da Remax sublinha também que o aumento das vendas deste tipo de imóveis está relacionado com "o trabalho da Remax Portugal em fornecer àqueles agentes a formação e ferramentas de marketing Premium bem adaptadas ao segmento". Os imóveis de luxo "são para agentes e agências uma oportunidade contínua, não só pelo valor dos imóveis em si mas também pela qualidade do serviço que conseguimos prestar a estes clientes, que, uma vez satisfeitos, confiam na marca e contam sempre connosco para transacções deste género".
Segundo Beatriz Rubio, a Remax Collection está a ter uma evolução mais positiva que o crescimento do segmento residencial de luxo. Contribuem para isso as ferramentas que a Remax disponibiliza aos agentes, como é o caso daquela que permite cruzar os imóveis que estão à venda com os clientes compradores que desejam adquirir um imóvel com determinadas características. Está também à disposição o Portal de Compradores, onde os proprietários procuram a quantidade de interessados em imóveis com as características do seu. A formação específica no mercado de luxo é outro aspecto que diferencia, explica.
Fonte: Jornal OJE
RE/MAX aumenta volume de comissões em 32% em 2010
A rede imobiliária RE/MAX aumentou o volume de comissões em 32% em 2010. O valor total das casas transaccionadas pela maior rede de franchising imobiliário a operar em Portugal ascendeu a 1.800 milhões de Euros, mais 25% que no período homólogo.
Indiferente ao cenário de crise, a RE/MAX conseguiu concretizar perto de 32.000 transacções, o que representa um crescimento de 18% face a 2009. As vendas de imóveis preencheram cerca de 64% das transacções realizadas e os arrendamentos alcançaram um crescimento de 12% em relação a 2009.
Em 2010, a RE/MAX formalizou 28 novos contratos de franchising, abriu oito novas agências e integrou 654 novos agentes. A rede fechou com um total de 221 agências e mais de 4.200 agentes associados.
Em 2011 a marca pretende focar a sua atenção no serviço ao cliente e, com isso, iniciar o processo de crescimento da quota de mercado, dos actuais 20% para 40% até 2014.
A RE/MAX foi eleita, pelo segundo ano consecutivo, Melhor Empresa para Trabalhar em Portugal, no estudo da consultora Accenture para a revista EXAME. Conquistou, ainda, o primeiro lugar no estudo Excelência no Trabalho no sector Hotelaria, Imobiliária, Turismo e Lazer, uma iniciativa da consultora Heidrick & Struggles, apoiado pela ISCTE Business School e Diário Económico.
A RE/MAX aumentou a sua facturação (volume de comissões) em 32% em 2010. O valor total das casas transaccionadas pela rede elevou-se em 358 milhões de Euros para alcançar 1.800 milhões de Euros, mais 25% que no período homólogo. Este valor corresponde a um total de 31.650 transacções (mais 20% que no ano anterior).
“Embora se estime que as vendas no mercado global tenham decrescido, a RE/MAX conseguiu consolidar a sua posição neste cenário, aumentando de 26 para mais de 31 mil o número de transacções realizadas, cerca de 20% do mercado imobiliário actual”, refere Beatriz Rubio, presidente-executiva da RE/MAX Portugal.
Do total de transacções realizadas em 2010, cerca de 64% corresponderam a vendas e 35% a arrendamentos que no período em análise cresceram 12%.
“A dificuldade em conseguir crédito para compra de habitação leva as pessoas a procurar no arrendamento a resposta às suas necessidades”, sublinha Beatriz Rubio, “este é um movimento que denota um crescimento desde 2008 e que este ano se estima supere o valor alcançado em 2010” – acrescenta.
Foi em Lisboa que a rede realizou o maior número de transacções (cerca de 32% do total), seguida da zona Norte (17%) e linha de Cascais (13%). O Algarve e Alentejo representaram, conjuntamente, cerca de 11% do total das transacções realizadas em 2010. Algarve e Alentejo foram também as duas regiões onde o peso das transacções de venda é mais significativo, respectivamente 78 e 74%. O peso dos arrendamentos é mais significativo em Lisboa (40%), na zona Centro (38%) e linha de Cascais (38%).
A tipologia T2 representou cerca de 43% do total de transacções realizadas pela RE/MAX no ano passado (com um decréscimo de 1% face a 2009), seguido da T3 (30%) e T1 com 18% do total.
Em 2010, a RE/MAX formalizou 28 novos contratos de franchising e abriu oito novas agências (crescimento de 8% relativamente a 2009), concluindo o ano com uma rede total de 221 agências e 4.287 agentes associados – a rede integrou 654 novos profissionais, o que traduz um crescimento de 16% face ao período homólogo.
“O nosso objectivo em 2011 é crescer em competências”, refere Beatriz Rubio, “queremos evoluir de clientes-RE/MAX para fãs-RE/MAX, o que implica um reforço na formação, no serviço e na satisfação de clientes e colaboradores. A liderança de mercado não se baseia apenas em ser número um mas na excelência do serviço e em agentes pessoal e profissionalmente realizados”, sublinha.
Até 2014, a marca tem como objectivo conquistar mais 20% de quota e atingir 40% do mercado imobiliário em Portugal. As estimativas da empresa apontam para um valor total de transacções na ordem dos 3.000 milhões de Euros e cerca 150 milhões em volume de comissões.
Fonte: Remax Portugal
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Seis formas de baixar a prestação da casa
O Económico mostra-lhe como aliviar os gastos com o crédito à habitação.
1 - Amortizar parte do crédito
Se tem algumas poupanças disponíveis os especialistas aconselham os consumidores a utilizarem parte dessas poupanças para amortizar o financiamento. Imagine o caso de uma família com um empréstimo de 100 mil euros a pagar em 30 anos, com o crédito indexado à Euribor a seis meses. Essa família pagaria hoje 382 euros de prestação. Mas se optasse por amortizar 3.000 euros do crédito, o valor da prestação cairia para os 370 euros. Mas convém verificar o que lhe compensa mais com estes três mil euros: poupar 144 euros no crédito à habitação por ano ou investi-los numa aplicação financeira que lhe renderia por ano mais do que estes 144 euros? Se aplicasse os três mil euros em Janeiro nos novos certificados do tesouro e os mantivesse durante 10 anos teria um retorno líquido de 150 euros por ano. Antes de amortizar tenha ainda presente que estará sujeito a uma penalização máxima sobre os montantes amortizados que pode ser de 0,5%, no caso de se tratar de um crédito de taxa variável, ou até 2%, na taxa fixa.
2 - Renegociar o ‘spread'
Até 2009, um dos conselhos que os especialistas davam aos consumidores para baixarem a prestação da casa passava pela renegociação do ‘spread'. No entanto, o cenário de hoje é bem diferente. As dificuldades de financiamento dos bancos levaram as instituições a subir os ‘spreads', tornando difícil a sua negociação. Actualmente os bancos estão a praticar em média um ‘spread' mínimo de 1,5%. Mas há instituições que praticam ‘spreads' mínimos de 2%. Ou seja, tendo estes valores que estão a ser praticados no mercado, é praticamente impossível para uma família que tenha contratado um empréstimo à habitação no passado conseguir obter um valor abaixo do ‘spreads' actuais. Mas uma redução do ‘spread' poderia resultar numa poupança mensal considerável. Imaginando o caso de uma família com um crédito à habitação no valor de 80 mil euros a pagar em 20 anos, com um ‘spread' de 2% e uma prestação mensal de 453 euros.Se esta família conseguisse reduzir o ‘spread' para 1,6%, a prestação mensal cairia para os 437 euros.
3 - Alargar o prazo de pagamento
Face ao actual contexto, para muitas famílias alargar o prazo do empréstimo é a forma mais fácil e indicada para reduzir os encargos mensais com o crédito da casa. No entanto, o prazo do empréstimo está dependente da idade do cliente. Por exemplo, uma família jovem que tenha o seu empréstimo planeado para pagar em 20 ou 30 anos ainda tem alguma margem para poder alargar o pagamento da dívida por mais alguns anos. Mas atenção: esta solução também tem desvantagens, pois no longo prazo os encargos com o pagamentos de juros disparam. Imagine o caso de uma família com um empréstimo de 100 mil euros a pagar em 20 anos, tendo como referência a Euribor a seis meses relativa a Dezembro e um ‘spread' de 1%. A prestação mensal actual deste agregado é de 517 euros. Ao prolongar o pagamento do empréstimo por mais 20 anos, a prestação mensal vai descer para os 316 euros. No entanto, os encargos com juros ao longo da vida do empréstimo duplicam: disparam dos 52.374 euros dos anteriores 24.885 euros.
4 - Fixar a prestação do crédito
Outra solução alternativa passa por fixar a prestação da casa. E em vez de ver os encargos mensais oscilarem em cada três, seis ou 12 meses, ao optar por fixar a taxa de juro, saberá que durante um determinado período a prestação será sempre igual. No entanto esta segurança tem os seus encargos. Uma simulação feita pela consultora Exchange mostra que fazer um crédito com taxa fixa durante um período de cinco anos a prestação ficará 20% mais cara face a um empréstimo indexado à Euribor a seis meses. Por exemplo, uma família com crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 30 anos e um ‘spread' de 1%, se optar por indexar o seu empréstimo à Euribor a seis meses, a prestação será de 384 euros. Já se fixar o crédito durante cinco anos, o valor da prestação subirá para os 460 euros. Perante estes números, Fernando Maia, director da loja Exchange em Lisboa afirma: "Fixar a prestação não permite, no momento actual, reduzir a prestação da casa. O benefício só será sentido se as taxas Euribor subirem para valores superiores a 3%".
5 - Pedir um período de carência
Uma outra solução para suportar as subidas das prestações com a casa, passa por pedir um período de carência de capital. Nesse período pagará apenas os juros relativos ao capital em dívida. Uma família com um crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 20 anos, com uma TAN de 2,247% e que tenha hoje uma prestação de 517 euros, se optar por pedir a clarência de capital durante cinco anos, a prestação baixará para os 187,25 euros. Mas findo esse prazo a prestação agravar-se-á para os 654,95 euros. Além disso, ao optar por pedir a carência de capital os custos com os juros globais disparam. Para o caso simulado, os encargos totais do empréstimo (sem a carência de capital) situavam-se nos 24.239 euros. Já com a carência de capital, os custos com o pagamento de juros subiria para os 29.125 euros. Ou seja, um aumento de 20%. Por esta razão Fernando Maia aconselha: "O uso de período de carência deve ser apenas utilizado em situações pontuais".
6 - Consolidar créditos num só
Para quem tem vários créditos a pagar, fazer a consolidação dos vários empréstimos num só pode ajudar a reduzir os encargos mensais, embora alguns especialistas defendam que este não deve ser o primeiro passo. Em alguns casos, com esta solução, consegue-se a redução dos encargos mensais entre 30% até 60%. Uma simulação feita pela Maxfinance permite visualizar melhor estas reduções. Tendo em conta o caso de uma família com três créditos diferentes ( habitação, pessoal e cartão de crédito) com um encargo total mensal de 964 euros, com a consolidação e o estabelecimento de um plano financeiro é possível reduzir os encargos mensais para os 463 euros. No entanto, esta não é uma solução isenta de desvantagens. De tal forma, que alguns especialistas aconselham os consumidores a recorrerem ao crédito consolidado em último recurso.
Fonte: O Económico
sábado, 29 de janeiro de 2011
RE/MAX é melhor empresa para se trabalhar em Portugal
RE/MAX é melhor empresa para se trabalhar em Portugal, diz revista Exame
A revista Exame distinguiu a RE/MAX , a maior rede de agências de intermediação na compra e venda de habitações no país, como a melhor empresa para se trabalhar em Portugal.
O estudo "As Melhores Empresas para Trabalhar", que vai na sua décima edição, pretende analisar as práticas de recursos humanos em Portugal e distinguir as empresas com o maior grau de compromisso dos seus trabalhadores.
A RE/MAX conquistou o primeiro lugar com um grau de compromisso dos seus trabalhadores de 87,60 por cento, resultado derivado "a partir dos resultados de um questionário de satisfação e envolvimento distribuído a todos os colaboradores e complementada com a análise às práticas globais de gestão de capital humano" das empresas, revela a publicação do grupo Impresa.
A Century 21, o grupo CH Business Consulting, a Hilti Portugal e a Construlink preenchem os restantes lugares do top cinco da tabela, que integra as 100 melhores empresas para trabalhar em Portugal.
O top dez da Exame fica completo com a SRS Advogados -- Soc. Rebelo de Sousa & Adv. Ass., o Hotel Ritz Four Seasons Lisboa, a ActualSales, a Grenke Renting e a Leadership Business Consulting.
Participaram nesta iniciativa "empresas de várias dimensões, sectores de actividade, naturezas jurídicas, origens e com uma dispersão geográfica que cobre todo o território nacional", sublinha a Exame.
(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.)
Fonte: Lusa
RE/MAX com mais de 5500 imóveis em Saldos
A RE/MAX lançou uma nova campanha de Saldos que abrange 5561 imóveis, 5300 para venda e mais de 200 para aluguer. Aquele número corresponde a mais de 10% da carteira de imóveis comercializados em exclusivo pela RE/MAX. "O desconto médio é de 8% com baixas de preços que ultrapassam os 70%", refere comunicado da mediadora imobiliária.
Metade dos imóveis disponíveis é de tipologia T1, T2 ou T3. As garagens e terrenos correspondem a 32% do total de propriedades com desconto. Este ano o rol de imóveis aumentou quase 40% em relação à campanha do ano anterior, com mais 1550 propriedades a preços reduzidos. A 5ª edição dos saldos RE/MAX prolonga-se até 28 de Fevereiro e os preços de saldo aplicam-se a todos os contratos Promessa de Compra e Venda realizados até essa data.
Fonte: Jornal Oje
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Valor das casas volta a diminuir
O valor médio de avaliação bancária para o total do País, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, fixou-se, em Novembro, em 1131 euros/m2, correspondendo a uma variação de -0,2% face ao mês anterior, revelam os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Face ao período homólogo, «o valor médio de avaliação no total do País diminuiu 2,2%, reflectindo as variações negativas da maioria das regiões NUTSII. As variações negativas mais intensas foram observadas na região de Lisboa (-1,7%) e nas regiões do Norte e do Centro (ambas com -1,6%). A estas variações corresponderam diminuições de 24 euros, 16 euros e 15 euros, respectivamente».
Por natureza, e no que respeita aos apartamentos, o valor médio de avaliação bancária fixou-se em 1198 euros/m2, uma diminuição de 0,3% face ao valor registado em Outubro. «Apenas foram observados aumentos na região de Lisboa e na Região Autónoma dos Açores, respectivamente de 0,4% e de 8,5%, fixando-se em 1397 euros/m2 e 1286 euros/m2».
Segundo o INE, para as tipologias de apartamentos T2 e T3, o valor médio de avaliação «situou-se em 1188 euros/m2 e em 1139 euros/m2, respectivamente, tendo-se mantido o valor observado no mês anterior nos apartamentos T2 e diminuído 0,7% nos apartamentos T3».
Quanto às moradias, o valor médio de avaliação bancária para o total do País fixou-se em 1021 euros/m2, «um decréscimo de 0,5% face ao valor observado em Outubro e uma diminuição de 1,3% em termos homólogos».
Fonte : INE
Preço das casas atinge valor mais baixo desde 2009
A avaliação bancária de apartamentos e moradias desceu 0,2 por cento em novembro face a outubro e 2,2 por cento em relação ao período homólogo de 2009, fixando-se em 1.133 euros por metro quadrado, indicou ontem o INE.
O Inquérito do Instituto Nacional de Estatística (INE) à avaliação bancária na habitação, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, destaca ainda que em novembro na área metropolitana de Lisboa o valor médio de avaliação aumentou 0,1 por cento face a outubro, para 1.397 euros/m2, enquanto que a média da avaliação na área metropolitana do Porto diminuiu 0,9 por cento, para 1.085 euros/m2.
Para o total do país, a avaliação de novembro fixou-se em 1.133 euros por metro quadrado, mas os aumentos registados na região de Lisboa e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira "não foram suficientes" para compensar as variações negativas observadas nas restantes regiões do país.
A região do Algarve sobressaiu pela diminuição de 20 euros no preço por metro quadrado (m2), face ao mês de outubro (-1,3 por cento).
Quando compara a avaliação de novembro com idêntico mês do ano passado, o valor médio de avaliação no país caiu 2,2 por cento, refletindo as diminuições mais intensas observadas na região de Lisboa (-1,7 por cento) e nas regiões do Norte e do Centro (ambas com -1,6 por cento).
"A estas variações corresponderam diminuições de 24 euros, 16 euros e 15 euros, respetivamente", conclui o INE.
O valor médio de avaliação bancária dos apartamentos fixou-se em 1.198 euros por m2, caindo 0,3 por cento face a outubro, enquanto que no caso das moradias diminuiu 0,5 por cento, para 1.021 euros por metro quadrado.
Fonte: iOnline / Lusa
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Saldos RE/MAX: de 28 de Dezembro de 2010 a 28 de Fevereiro de 2011, milhares de imóveis com descontos!
Pelo quarto ano consecutivo, a RE/MAX está a promover uma campanha de SALDOS realizada a nível nacional. Esta campanha decorre de 28 de Dezembro de 2010 a 28 de Fevereiro de 2011.
Se está a pensar comprar casa, fale com quem lhe garante os melhores preços do mercado. Temos milhares de imóveis com descontos.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
RE/MAX vai colocar 4 mil imóveis em saldos
Descontos chegam aos 71% ou aos 600 mil euros. Imóveis estão espalhados pelo país e podem ser visitados antes
A RE/MAX Portugal vai voltar aos saldos. O sucesso das edições anteriores motiva a empresa para esta nova edição.
Serão 4.011 imóveis, ou 9% da carteira da mediadora, à venda com descontos entre os 5% e os 71% do valor de venda praticado fora da campanha.
Esta é a 4.ª campanha de saldos lançada pela RE/MAX em Portugal e vai durar até 28 de Fevereiro. Os saldos aplicam-se a todos os contratos Promessa de Compra e Venda realizados até essa data. Os imóveis em saldo podem ser consultados nas 213 agências da marca em todo o país ou no seu site na Internet.
A carteira de imóveis em saldo inclui terrenos, moradias, quintas, apartamentos de diferentes tipologias e arrendamentos, em todo o país.
As principais tipologias em saldo são apartamentos (39%), terrenos (17%) e moradias (25%). Os restantes cerca de 19% distribuem-se entre quintas, garagens, edifícios para habitação e arrendamentos.
«Os saldos são uma oportunidade única, de tempo limitado, para quem pretenda comprar ou arrendar a preços ainda mais reduzidos», refere Manuel Alvarez, presidente executivo da RE/MAX Portugal, em comunicado.
«Ppara quem é proprietário, os saldos são uma ocasião para potenciar a venda do seu imóvel ao acelerar o processo e, pela redução do valor de venda, facilitar o acesso ao crédito bancário por parte dos potenciais compradores», acrescenta.
Em valor absoluto, o desconto máximo registado é de 600 mil euros numa moradia avaliada em quatro milhões de euros em Cascais. Já o maior desconto percentual é de 71% e aplica-se a uma arrecadação, com 67m2, em Tondela.
No comunicado, a RE/MAX dá mais alguns exemplos de bons negócios. Em Portalegre, é possível comprar uma moradia de 140m2, com oito divisões, por menos 45% do seu preço normal de venda. Na zona de Lisboa, está disponível para venda em saldo uma moradia, com seis quartos, por menos 27% do seu preço normal e um T4, em Benfica, apresenta um desconto de 22% face aos 320 mil euros de preço de venda fora da campanha.
Na primeira edição dos Saldos em 2007, a RE/MAX registou um crescimento de vendas na ordem dos 47% face a 2006, durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Março que costumam ser um período atípico. Em 2008, quando já se sentiam os primeiros sinais de crise, os Saldos RE/MAX contribuíram para um crescimento de 17% das vendas da rede. Na última edição, o mercado imobiliário caiu em 30% de Janeiro a Março e graças aos Saldos RE/MAX esta queda só se registou em 15%.
Todos os preços dos imóveis em saldo foram previamente negociados com os respectivos proprietários que aceitaram a redução de preço pelo período da campanha. Todos os imóveis em saldo estão devidamente identificados, com indicação do valor de venda antigo e do valor em saldo e certificados por acta notarial.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Vale a pena optar pela exclusividade?
Entregar a mediação de um imóvel a apenas um agente imobiliário é encarado por muitos proprietários como pouco compensador, por considerarem que a opção limita os resultados e reduz as probabilidades de venda.
Uma ideia errada para muitas empresas do sector, que consideram – sem demérito para os contratos em regime aberto – a comercialização de imóveis com exclusividade como uma opção muito completa. Para quem oferece este serviço mas também para quem o procura, exclusividade significa maior segurança e eficácia na concretização do negócio.
«Muitas vezes o proprietário, infundadamente, pensa que ao anunciar em todas as agências o seu imóvel irá ter maiores resultados. A primeira atitude tomada por um agente responsável na comercialização de um imóvel em regime de exclusividade é apresentá-lo convenientemente aos seus parceiros de negócio (restantes agentes). Existirá apenas uma voz para o proprietário, mas difundida por muitas outras vozes a actuar no mercado», sustenta a consultora Aguirre Newman.
Optar pelo exclusivo «é sem dúvida vantajoso dada a existência de um só canal de comunicação entre a procura e o proprietário, e de um maior compromisso e dedicação do agente sobre a comercialização do imóvel. Neste regime é mais fácil definir uma estratégia de comercialização onde as acções de promoção do edifício são definidas em conjunto com o proprietário mas desenvolvidas na sua maioria pela consultora imobiliária, numa clara aposta por parte desta última na maior afectação dos seus recursos internos e na criação dos vários suportes de divulgação».
João Nuno Magalhães, director geral da CB Richard Ellis (Porto) e director de Agência Residencial, afirma: «Temos várias situações deste tipo e ainda outras em co-exclusividade. A maior parte dos promotores prefere escolher uma ou, no máximo, duas empresas para comercializar os seus empreendimentos e assim garantir dedicação exclusiva, maior envolvimento, maior informação para o cliente promotor, um relacionamento mais próximo e mais responsável por objectivos a atingir, entre outras».
«No caso dos empreendimentos consideramos que exclusividade é um factor determinante de sucesso. No caso do produto avulso achamos que pode existir mais do que uma empresa a colocar esse produto e, normalmente, as empresas mais próximas do produto em venda têm maior facilidade de colocação do mesmo», acrescenta.
E poderá este regime servir de “empurrão” à concretização do negócio? Para a Aguirre Newman, «quanto maiores forem as dificuldades económicas, deverá o trabalho do agente ser mais rigoroso e preciso, sendo a comercialização em regime de exclusividade um ponto de motivação relevante».
A opinião é partilhada pela CB Richard Ellis. «Consideramos que sim pelas seguintes razões: mais responsabilidades e dedicação por parte do agente que comercializa em exclusivo, e mais e melhor informação para o promotor que quase diariamente está informado de todas acções que se vão desenvolvendo para colocar o seu produto». Ao mesmo tempo, a «mediadora tem um conhecimento profundo do produto e do mercado, o que lhe permite direccionar as acções de comunicação para o público-alvo».
Fonte: Casa Sapo
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Trabalhadores felizes são a chave para o sucesso da RE/MAX
Mais do que técnica, qualquer negócio precisa de atitude. Para a líder de mediação imobiliária em Portugal, as pessoas são fundamentais.
No dia 18 Setembro, os carros dos mediadores da RE/MAX foram substituídos por carros para correr na pista do Autódromo do Estoril. Ninguém ia angariar novos clientes, negociar vendas de casas ou agendar permutas de imóveis. Naquela manhã até se pode ter falado disso, mas o que juntou os 230 associados e o presidente da RE/MAX naquele recinto foi mais um pretexto para conviver, para estabelecer laços fortes entre todos os colaboradores. "Foi um dia de incentivo com os melhores comerciais de todas as agências. E cada um podia levar três acompanhantes" conta Manuel Alvarez, presidente da RE/MAX em Portugal, empresa que vai participar no Prémio Excelência no Trabalho - uma iniciativa da Heidrick & Struggles em parceira com o Económico e a ISCTE Business School.
Este dia de festa tinha razão de ser. O facto de a RE/MAX ter tido o melhor mês de Agosto de sempre é motivo de orgulho para todos e demonstra o empenho dos agentes. Este foi o mês em que facturaram 550 mil euros mais do que em Julho.
Para quem trabalha na RE/MAX a empresa é um pouco como a família. "Há a noção de partilha. E a verdade é que nos divertimos muito", garante o presidente que lembra outra iniciativa instituída: a de fazer uma viagem por ano. Em finais de Janeiro já foram ao Dubai e o destino já está escolhido para 2011 : Egipto.
É com este espírito de equipa e de parceira entre agências mas também com os concorrentes directos - a quem chamam parceiros de negócio - que se vende mais casas. "Ninguém está a olhar para o seu umbigo", diz Alvarez.
Fonte: Diário Económico
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Como escolher a casa onde vai morar
Se vai comprar casa, há vários factores a ponderar. Não é só escolher a casa e o local, é também negociar o preço, escolher o banco onde vai contrair o empréstimo, entre outros. Seja qual for a decisão que tomar, o Saldo Positivo deixa-lhe algumas ideias para lhe facilitar a escolha.
Pondere bem sobre:
A casa onde vai morar deve ser entendida como um investimento. É lógico que o preço é o elemento que mais pesará na sua decisão, mas lembre-se que existem outros factores a ter em conta, como a localização e os acessos. Existem zonas onde a avaliação da habitação por metro quadrado é maior do que noutras. Por exemplo, uma casa no centro de Lisboa é mais valorizada do que numa zona periférica. Além disso, deve pensar nas questões de acessibilidade, proximidade de escolas e transportes e pontos de comércio.
O estado de conservação da casa também é um factor importante. Verifique a exposição ao sol, o isolamento das paredes, o ano de construção, o estado da canalização, etc. É provável que pague um spread maior se o banco subavaliar a sua casa em relação ao preço a que vai comprá-la. Pense ainda se a casa que irá comprar pode ou não ser valorizada, caso queira vender, ou arrendar.
Não se esqueça…
Crédito Habitação – Peça e estude várias propostas, avalie o spread, os encargos com comissões e outros custos associados, tais como avaliação do imóvel, abertura de processo, comissão de dossier, etc. Além da prestação mensal, some também o valor dos seguros obrigatórios, nomeadamente o seguro de vida e seguro contra incêndios. Mas lembre-se que não é obrigatório subscrever a esses seguros junto do banco que lhe irá conceder o crédito, verifique noutras seguradoras se lhe oferecem condições mais vantajosas.
Coeficiente de Esforço – Quando contrai um empréstimo à habitação, tem de ter em conta o seu coeficiente de esforço, que é medido pela prestação mensal da casa sobre o rendimento que aufere todos os meses e o seu nível de endividamento até então. Pode até acontecer que o seu nível de endividamento aumente, mas que o seu coeficiente de esforço diminua, tudo irá depender dos juros que pague e do prazo dos seus créditos. Contudo, o banco tem em conta todos estes factores ao atribuir o financiamento.
Além do valor do coeficiente de esforço, que serve para avaliar a capacidade de cumprimento do empréstimo, o banco também tem em consideração as garantias que o cliente oferece em caso de incumprimento, ou seja aquilo que as instituições financeiras contabilizam como “colateral”, quando avaliam o risco de crédito. Geralmente, é a própria casa a servir de colateral, ou outros bens que o cliente já possua antes de contrair o crédito habitação, como uma carteira de investimentos.
Outros custos – Escritura, registos, impostos, ao Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis (IMT) e ainda as despesas com a mobília e o recheio da casa.
- Recuperação de imóveis -
Apostar na compra de imóveis a precisar de obras pode constituir uma solução rentável. Tudo depende do preço de venda, do estado de conservação e da localização. Se a habitação se situar no centro da cidade ou perto da praias, campo, zonas verdes, comércio e transportes. Se for uma casa com boas áreas, boa exposição solar… Se o dinheiro que dispender com a reabilitação mais o preço da casa, forem inferiores ao valor comercial da mesma, então sim vale a pena investir no imóvel.
- Serviço Casa Pronta -
O programa “Casa Pronta” é um mecanismo que permite centralizar todos os serviços e custos inerentes à transacção de uma habitação em apenas um balcão. Esta é uma iniciativa do Governo que pretende facilitar a vida aos cidadãos na compra e venda de casa e, ao mesmo tempo, diminuir os encargos com o serviço. Aos balcões do “Casa Pronta” pode realizar registos e contratos de compra e venda, contratos de crédito e de financiamento celebrados por instituições de crédito, liquidar o Imposto sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT). Pode encontrar este serviço de Norte a Sul do País e, de acordo com contas da DECO, consegue poupar em média 60 a 70 por cento nas despesas iniciais.
Fonte: www.saldopositivo.cgd.pt
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
DECO diz que comprar casa é melhor do que arrendar
A associação argumenta que as rendas elevadas fazem da compra de casa uma opção mais interessante no longo prazo.
Na última análise aos custos de compra e arrendamento de casa, realizado em 2007, a Associação Portugesa para a Defesa do Consumidor (DECO) revelou que a opção do arrendamento era mais barata. Contudo, três anos depois, o mercado imobiliário mudou, assim como as condições de crédito.
Por isso, diz a DECO, compensa comprar quando se tem poupanças ou uma boa relação com o banco. A recomendação das agências imobiliárias vai no mesmo sentido: "Neste momento, o valor da renda é superior ao da prestação do crédito" e "o preço das casas está mais baixo e pode fazer bons investimentos", pode ler-se na edição Dinheiro&Direitos de Setembro.
A DECO conclui então que ter casa própria é mais barato do que arrendar. Por exemplo, ao fim de 30 anos, quem comprou casa gastou quase menos 107 mil euros num crédito com taxa variável, e 70 mil euros num de taxa fixa.
Arrendar é mais caro, uma vez que, ao fim desse período, quem arrendou e rentabilizou a poupança inicial ficou com um rendimento de quase 186 mil euros, mas gastou mais 107 mil euros em habitação do que quem comprou e não tem imóvel.
Além disso, quem arrendou vai ter de continuar a arrendar ou então optar por comprar.
Fonte: Económico
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Juros podem demorar mais de um ano a subir!

Analistas adiam aumento das taxas de juro enquanto abrandamento económico pairar sobre o BCE
Os juros podem continuar em mínimos por mais uns tempos. Os analistas consideram agora que o primeiro aumento só se deverá sentir no final de Setembro de 2011. É o receio de um ano sobressalto na economia que pode manter as taxas de juro de referência pelo Banco Central Europeu.
Os economistas inquiridos pela Bloomberg, e citados pelo «Jornal de Negócios», atiram a subida dos juros para o final de Setembro do próximo ano.
«O que está a acontecer é uma redução nas expectativas para a subida das taxas de juro no próximo ano. É sobretudo isso que está a marcar a evolução das Euribor», explicou à Reuters Alessandro Tentori, um estratega do BPN Paribas. Nas últimas sessões, as taxas Euribor, que servem de indexante para o crédito à habitação, desceram, interrompendo a tendência de subida.
A esta inversão de tendência não é alheia aos indicadores macroeconómicos que, um pouco por todo lado, vêm avisar que a retoma será «modesta», como avisou há 2 semanas o presidente da Reserva Federal, Bem Bernanke. O «Negócios» aponta ainda para os indicadores da economia chinesa, em abrandamento, e para a Europa a «duas velocidades»: a Alemanha acelera, e a França vai ficando para trás.
No fundo, as contrariedades da economia fizeram regressar o receio sobre a dívida dos países soberanos. E até lá, enquanto a recuperação não parece chegar, a subida das taxas de juros poderá ser mais lenta, e acabar por só fazer aumentar os encargos com a prestação da casa, e os empréstimos ao banco, para o próximo ano.
Fonte: Agência Financeira
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Fomos a RE/MAX que mais casas vendeu na zona Centro (Mês de Junho 2010)
Loja N.º 1 na Zona Centro em temos de Facturação. Fomos a RE/MAX que mais casas vendeu na zona Centro (Mês de Junho 2010)
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Estamos a recrutar Consultores Imobiliários (m/f):

Estamos a recrutar Consultores Imobiliários (m/f):
Para as Zonas do Entroncamento, Abrantes, V.N. da Barquinha, Meia Via, Golegã, Riachos, Atalaia, Alcanena, Chamusca, Tramagal
A RE/MAX Rumo oferece:
• Empresa Líder de mercado em Portugal e no Mundo
• Pagamos as mais Altas Comissões
• As melhores ferramentas de marketing
• Formação especializada e acreditada pelo IQF e InCI
• Possibilidade de integrar equipa profissional e dinâmica
Pretendemos:
• Ambição e determinação
• Espírito Empreendedor
• Atitude Vencedora e Dinamismo
• Com ou sem experiência
VENHA FAZER PARTE DA NOSSA EQUIPA!
Ligue para 249 729 190 / 967 66 44 64 ou envie CV para rumo@remax.pt
Em 2010 a RE/MAX foi eleita a Melhor Empresa para Trabalhar em Portugal pela Revista Exame e Heidrick & Struggles
sábado, 3 de julho de 2010
Fomos a RE/MAX que mais casas vendeu na zona Centro (Mês de Maio 2010)
Loja N.º 1 na Zona Centro em temos de Facturação. Fomos a RE/MAX que mais casas vendeu na zona Centro (Mês de Maio 2010)
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Venda directa entre particulares perde terreno para mediadoras
Se em tempos a venda directa entre particulares chegou a representar 50% do mercado, hoje a realidade é bem diferente. E a tendência, afirmam vários agentes do imobiliário, é para que vá perdendo cada vez mais quota em favor das agências de mediação. As razões são várias: maior agilidade na condução dos processos, maior confiança e maior segurança nas transacções.«O mercado imobiliário, à semelhança de outros mercados revestidos de semelhante complexidade mas já regulados, sofreu profundas alterações legais, sociais e económicas que tornam a venda directa um risco. Os particulares já se aperceberam desta realidade e recorrem cada vez mais às empresas especializadas», afirma Filipe Rodrigues, gerente da Clicksale.
Miguel Poisson, director geral da ERA Portugal, acredita também que «cada vez mais a tendência é para a mediação profissional ganhar terreno e sobrepor-se à lógica da venda directa de imóveis entre particulares».
«Se fizermos um balanço retrospectivo, facilmente verificamos que o peso da mediação profissional tem vindo a crescer. Recordo que em 1998, quando a ERA chegou a Portugal, os contratos de mediação imobiliária não eram sequer uma prática comum e o sector denotava uma preocupante falta de preparação para fazer face aos requisitos de quem procurava vender ou comprar casa. Mais tarde, em 2005, embora o mercado profissional tenha crescido, ainda representava menos de 40% da venda de imóveis em Portugal. Os outros 60% das transacções eram efectuados através de venda directa entre particulares ou por freelancers nem sempre devidamente preparados para o efeito».
O cenário está a mudar e, segundo a Era, os números revelam que hoje «apenas 35% do referido mercado corresponde a vendas directas entre particulares. Ou seja, mais de 60% das transacções imobiliárias são efectuadas por profissionais, o que garante uma decisão mais ponderada».
Confiança
O factor confiança é decisivo. «A confiança nas empresas de mediação imobiliária foi crescendo e assistimos já hoje a clientes, principalmente compradores, que rejeitam de todo a possibilidade de negociação directa. O facto de estarmos perante um sector em que a regulamentação tem vindo a ser implementada, faz com que a credibilidade cresça», observa o gerente da Clicksale.
E com este crescimento, todos ficam a ganhar. Ganha «o vendedor que viu a negociação do seu imóvel ser bem conduzida e, mais importante, concluída, o comprador que viu o seu processo de aquisição ser concluído e sem riscos, a empresa de mediação como agente económico e, finalmente, mas não menos importante, o Estado, que nas transacções particulares se limita a taxar mais-valias quando estas existem, e com a intervenção de uma mediadora imobiliária consegue ir buscar também o IRC e IVA do comissionamento», remata Filipe Rodrigues.
Na opinião de Miguel Poisson, o consumidor é hoje sem dúvida «mais criterioso nas suas escolhas e procura uma resposta profissional, que só encontra nas agências imobiliárias mais sérias e devidamente preparadas. Para o consumidor é muito importante que se responda às suas necessidades de forma credível. É fundamental prestar um serviço adequado nas áreas financeiras, fiscais, jurídicas, tecnológicas e de marketing».
Recessão compromete vendas
A RE/MAX atribui à recessão económica o aumento da quota de mercado dos serviços de mediação profissional em Portugal.
«Se há alguns anos atrás a venda directa (vulgarmente apelidada “trata-o-próprio”) representava 50% do mercado, a tendência é para que perca, progressivamente, quota em favor das principais operadoras de mediação profissional».
«Os proprietários que querem vender sentem as dificuldades do mercado neste momento», afirma Manuel Alvarez, presidente executivo da RE/MAX em Portugal. «Há menos procura, os compradores têm maiores dificuldades em conseguir financiamento bancário, sendo que, na maior parte dos casos, quem visita os imóveis não são compradores qualificados que possam efectivamente comprá-los».
Obstáculos
As dificuldades que os particulares enfrentam, quer se trate do comprador ou do particular vendedor, são também inúmeros, e desanimam quem tenta obter resultados “sozinho”.
«Os obstáculos vividos pelas partes são inúmeros. A situação económica e social das famílias leva a que sejam tomados cuidados que até há pouco tempo atrás não seriam levados em conta. Os riscos associados à aquisição vão desde as penhoras automáticas no imóvel a adquirir, à dificuldade na obtenção de crédito e avaliação do imóvel, terminando nos valores de avaliação das finanças versus valor de venda, e que se irá reflectir no valor de IMT pago», aponta Filipe Rodrigues.
Já do lado do vendedor, assiste-se hoje «ao risco de o processo bancário não ser bem conduzido, levando a demoras e eventual queda do negócio, até um risco bem real de qualquer pessoa poder ligar a marcar uma visita e receber em sua casa um amigo do alheio».
Na opinião do gerente da Clicksale, «os vendedores já se aperceberam que o grau de exigência dos compradores é cada vez maior e que a necessidade de segmentar é uma realidade. Mais uma vez, acredito que são essencialmente os compradores que fazem as quotas das mediadoras aumentarem. Por ser possível à empresa de mediação imobiliária efectuar a segmentação conforme o perfil e exigências do cliente, o tempo perdido na procura de casa é substancialmente reduzido», conclui.
Excesso de oferta, ausência de meios
Miguel Poisson defende que, no contexto actual, «a posição do vendedor é particularmente difícil. Por um lado existe no mercado um excesso de oferta imobiliária face à procura, o que dificulta a venda. Por outro lado, o vendedor (a título particular) não tem os meios tecnológicos e de marketing adequados (site, flyers, cartazes, estratégias combinadas, etc.) e fundamentais para atrair compradores. Está ainda inevitavelmente circunscrito a um mercado mais limitado, isto é, acaba por ter uma menor probabilidade de angariar compradores».
Acresce ainda que, «para além de não ter o know-how técnico (conservatórias, questões fiscais, conhecimento do mercado, etc.), tem a difícil tarefa de estipular um preço ajustado às tendências do mercado. Do lado do cliente comprador, a tarefa também não está facilitada pois é um desafio exigente analisar a oferta, fazer a escolha certa, e ainda obter a aprovação de crédito bancário».
Fonte : Casa Sapo
Valor médio de avaliação bancária de habitação nos 1.172 euros/ m2
Valor médio de avaliação bancária de habitação nos 1.172 euros/ m2
Ligeira diminuição do valor médio de Avaliação Bancária de Habitação. O valor médio de avaliação bancária de habitação no total do País fixou-se, em Maio de 2010, em 1172 euros/ m2, correspondendo a uma diminuição de 0,1% face a Abril e a um aumento de 3,3% em termos homólogos. A Área Metropolitana de Lisboa apresentou uma variação em cadeia de -0,3%, enquanto na do Porto esta variação foi de -0,1%.
Fonte: INE
sábado, 12 de junho de 2010
Novas deduções fiscais para incentivar obras de eficiência energética
A lista de equipamentos de eficiência energética abrangidos pelas deduções à colecta em sede de IRS já foi publicada. A Portaria nº 303/2010 vem elencar os vários tipos de equipamentos que, na sequência do alargamento da dedução à colecta do IRS de encargos suportados com equipamentos de eficiência energética aos equipamentos e obras que contribuam para a melhoria das condições de comportamento térmico dos edifícios, são dedutíveis pelos contribuintes individuais.
Neste contexto, passam, nomeadamente, a poder ser deduzidos os encargos com a aplicação de isolamentos térmicos na envolvente dos edifícios, pelo exterior ou interior, incluindo coberturas (telhados ou lajes), paredes e pavimentos adjacentes ao solo ou a espaços não climatizados.
Podem também ser deduzidos à colecta equipamentos ou obras de substituição de vãos envidraçados simples por vidros duplos com caixilharia de corte térmico.
De resto, mantêm-se as deduções anteriormente previstas para as instalações solares térmicas para aquecimento de águas sanitárias e de climatização, para as bombas de calor destinadas ao aquecimento de águas de uso doméstico, e, ainda, para painéis fotovoltaicos destinados ao abastecimento de electricidade a habitações.
A medida, com a qual o Governo pretende "reforçar o estímulo directo aos contribuintes na realização de despesas que, além de possuírem retorno financeiro a longo prazo para os próprios, conduzem também à redução da factura energética do País", e que levou ao aditamento de um novo artigo - 85º- A - ao Código do IRS, sob a epígrafe "Deduções Ambientais", poderá assim induzir uma maior apetência dos particulares para a aquisição dos referidos equipamentos, assim como para a realização de obras destinadas à sua instalação.
Fonte: Aecops
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Fogos novos estabilizam e usados voltam a desvalorizar
Em Abril, o mercado imobiliário habitacional do Continente voltou a apresentar uma desvalorização no segmento dos usados (com uma variação mensal de -0,2%, face aos -0,1% em Março), enquanto que nos fogos novos, a variação foi nula, mantendo-se este segmento nos -0,2%.Neste mês, o Índice Confidencial Imobiliário (Ci) apresentou uma taxa de variação anual (que compara a performance dos últimos 12 meses com os 12 meses precedentes) bastante próxima de zero, um resultado alinhado com a estagnação sentida pelo Índice nos primeiros meses deste ano. Na habitação nova, a variação média anual em Abril foi de 0,5%, e, sendo embora positiva, representa uma desaceleração face aos meses anteriores. Nos alojamentos usados, a performance tem sido mais depreciativa, com variações anuais negativas ao longo dos últimos quatro meses.
Em termos homólogos, a performance do Índice Ci continuou em terreno positivo, com valores de 1,7% nos novos e 1,6% nos usados. Face ao ano de 2009, especialmente em relação ao segundo semestre, a variação homóloga ao longo de 2010 tem exibido um comportamento mais positivo, provando que este ano será mais de contenção do mercado e que o anterior terá sido de quebra.
Fonte: Confidencial Imobiliário
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Volume de negócios da REMAX aumenta 60% no primeiro quadrimestre
A RE/MAX registou um aumento de 59,8% no volume de negócios movimentado nos primeiros quatro meses do ano, comparativamente com o mesmo período de 2009. O número de transacções ascendeu a 10.443 ou seja, mais 36.5% que as realizadas no primeiro quadrimestre do ano passado. A rede imobiliária pretende fechar 2010 com uma quota de mercado de 20%.Nos primeiros quatro meses do ano, a RE/MAX concretizou 10.443 transacções, mediando mais 2.791 transacções relativamente ao mesmo período de 2009, o que representa um acréscimo de 36,5%. O volume de negócios cresceu cerca de 60%, com mais oito milhões de euros movimentado face a 2009, devido ao aumento das transacções de venda, comparativamente ao ano anterior, cujo ponto forte tinham sido os arrendamentos.
“Os primeiros quatro meses do ano foram muito dinâmicos para a marca,” refere Manuel Alvarez, presidente executivo da RE/MAX Portugal. “Conseguimos captar mais transacções e elevar a percentagem de vendas face aos arrendamentos, o que gerou um acréscimo de quase 60% no volume de negócios movimentado.”
No período em análise, destacam-se como principais iniciativas impulsionadoras de negócio a campanha Saldos RE/MAX que decorreu até final de Fevereiro e o recente lançamento do Portal para Proprietários, uma nova ferramenta que permite a qualquer proprietários de um imóvel conhecer o interesse que a sua casa desperta no mercado, identificando os potenciais compradores interessados de um banco de compradores qualificados com mais de 25.000 contactos. Em menos de quatro semanas após o lançamento, a nova ferramenta - que está disponível no site da marca em www.remax.pt - já registou mais de 33 mil visitas de proprietários que geraram 3.834 processos de venda.
Até final do ano, a marca pretende atingir um volume total de negócios de 2.000 milhões de euros e com isso captar 20% do mercado imobiliário em volume de negócios.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Aumento marginal do valor médio de Avaliação Bancária de Habitação:
INE divulga aumento marginal do valor médio de Avaliação Bancária de Habitação
Em Abril de 2010, o valor médio de avaliação bancária de habitação no total do País aumentou 0,1% face a Março, correspondendo a um valor médio de avaliação de 1173 euros/ m2. A variação homóloga registada foi de 3,6%. A área metropolitana de Lisboa apresentou uma variação em cadeia nula enquanto na do Porto esta variação foi de -0,2%.
Fonte: INE
Vencedora da Taça - Maio 2010

Cristina Santos
Angariador Imobiliário
Agente que mais angariou durante o mês de Maio.
No âmbito do programa de reconhecimento da RE/MAX Rumo, tem como objectivo premiar o agente que mais produz.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Temos mais de 25.000 Compradores à procura de casa.

RE/MAX Rumo
Av. Villiers Sur Marne, n.º 19
2330-218 ENTRONCAMENTO
Tel: 249 729 190
www.remax.pt/rumo
rumo@remax.pt
sábado, 1 de maio de 2010
Vencedor da Taça - Abril 2010

Luís Hernandez
Angariador Imobiliário
Agente que mais angariou durante o mês de Abril.
No âmbito do programa de reconhecimento da RE/MAX Rumo, tem como objectivo premiar o agente que mais produz.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Quer vender a sua casa? Saiba quem quer comprar
Base de dados com 25 mil potenciais compradores facilita negócio a vendedores particulares

Comprar e vender casa nem sempre é tarefa fácil. Ou porque o vendedor não sabe se o seu imóvel tem saída, ou porque o comprador não tem ideia de quem está disposto a negociar. A RE/MAX lançou esta terça-feira (20-04-2010) um serviço para aproximar os interesses das duas partes. Com uma base de dados de 25 mil potenciais compradores, acessível pela Internet, quem quer pôr a casa à venda tem agora a vida facilitada.
Isto porque «colocar um cartaz a dizer VENDE-SE» não dá garantias de negócio fechado. O vendedor «pode ficar muito tempo à espera de ser contactado e sem saber, muitas vezes, se o imóvel é procurado ou não», explicou a CEO da empresa, Beatriz Rubio, aos jornalistas.
O serviço pretende ser «lufada de ar fresco para o mercado». A responsável assegura que com este sistema é «possível aliar necessidades entre quem vende e quem quer comprar. Temos 25 mil potenciais interessados: sabemos o que procuram».
O processo é simples. A partir da base de dados, o utilizador pode procurar um imóvel pela localização (concelho, freguesia e zona), tipologia e preço, para que possa especificar até que montante está disposto a investir.
Os vendedores particulares ficam assim com uma «visão global» da procura da sua casa ou do seu escritório. Mais ainda, é-lhe facultada uma sugestão de agências e agentes para contactar os potenciais compradores e agendar visitas. O sistema dá ainda um alerta cada vez que entra um novo comprador interessado.
Certo é que as vendas de imóveis não escaparam à crise económica. Mas a RE/MAX quer dar cartas na recuperação do sector. Beatriz Rubio reconhece que «se vendem menos casas, mas o mercado continuou a fazer transacções e os compradores existem. E nós sabemos quem são». Quem são e o que procuram, já que o serviço é personalizado.
É gratuito. As pesquisas efectuadas na base de dados são de livre acesso. A RE/MAX ganha uma comissão apenas no caso de a venda se concretizar. Apenas disponível em Portugal, a nova ferramenta constitui ainda uma forma de incrementar as vendas da empresa e, ao mesmo tempo, «diminuir a desconfiança dos consumidores em relação ao mercado imobiliário». Para quem o negócio depende de um crédito, o que a RE/MAX garante, para já, é uma «pré-qualificação financeira».
Base de dados reforça expectativas de maiores vendas
A RE/MAX quer alcançar um crescimento de 35% e 20% da quota de mercado, com o novo serviço. E explica porquê: os resultados do primeiro trimestre deste ano revelaram «um incremento de 70% e se, no ano passado, houve um grande acréscimo de arrendamentos, superior a 48%, este trimestre o aumento advém do número de vendas que se situaram nas 5.123», o que compara com as 2.900 concretizadas no ano passado, explicou a responsável.
A empresa justifica estes resultados pela aposta na melhoria da formação dos funcionários que, nos primeiros três meses do ano, duplicaram as vendas.
Literalmente à distância de um clique ... há interessados em comprar casa por todo o país.
Fechar negócio pode, afinal, deixar de ser uma dor de cabeça.
Fonte: Agência Financeira
sábado, 20 de março de 2010
RE/MAX arranca com nova Campanha de Descontos

A campanha RE/MAX Outlet envolve 1.100 imóveis com descontos mínimos de 6% para venda ou arrendamento.
Esta campanha decorre até ao final do mês de Março e os imóveis envolvidos podem ser consultados nas agências da RE/MAX em Portugal e no site da imobiliária.
"Os descontos praticados oscilam entre os 2.000 euros de mínimo, em imóveis até 70 mil euros, a descontos mínimos garantidos de 6% em imóveis acima desse valor".
A RE/MAX Outlet será apresentada esta sexta-feira, dia 5 Março, na FIL, no Parque das Nações, que acolhe durante este fim-de-semana a maior feira internacional de Outlet.
sexta-feira, 5 de março de 2010
RE/MAX adere ao conceito Outlet com descontos mínimos de 6%

A RE/MAX é a única marca de imobiliário presente na 1.ª edição da FIL Outlet, feira low cost que decorre de 5 a 7 de Março, no Parque das Nações, em Lisboa.
Os descontos praticados pela RE/MAX oscilam entre os 2.000 euros de mínimo em imóveis até 70.000 mil euros, a descontos mínimos garantidos de 6% em imóveis acima desse valor.
Quem procura casa para arrendar pode também contar com reduções mínimas de 6% no valor dos arrendamentos.
A campanha RE/MAX Outlet é lançada na FIL Outlet mas prolonga-se para lá dos três dias do certame, até dia 31 de Março. Os imóveis a preços de Outlet podem ser consultados em todas as lojas RE/MAX ou através do site da empresa.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Comprar ou arrendar com descontos - RE/MAX arranca com nova Campanha

A campanha RE/MAX Outlet envolve 1.100 imóveis com descontos mínimos de 6% para venda ou arrendamento.
Esta campanha decorre até ao final do mês de Março e os imóveis envolvidos podem ser consultados nas agências da RE/MAX em Portugal e no site da imobiliária.
Os descontos praticados oscilam entre os 2.000 euros de mínimo, em imóveis até 70 mil euros, a descontos mínimos garantidos de 6% em imóveis acima desse valor.
A RE/MAX Outlet será apresentada esta sexta-feira, dia 5 Março, na FIL, no Parque das Nações, que acolhe durante este fim-de-semana a maior feira internacional de Outlet.
quarta-feira, 3 de março de 2010
A mediação imobiliária é a via mais racional
A mediação é a via mais racional e mais eficaz para encontrar convergências, seja no plano político-diplomático, seja no plano comercial.
Livremente, com a intervenção de um profissional devidamente habilitado para tal, as partes interessadas num acordo justo, cruzam, mais facilmente, os respectivos interesses. Quando há mediação, em qualquer esfera, há acordo em mais de 80% dos casos.
A mediação imobiliária é, de facto, a melhor e mais eficaz via para aproximar, em tempo útil, a oferta da procura, o que pode ser vital para certa oferta: o mediador imobiliário é quem melhor conhece as tendências do mercado, isto é, aquilo com que a procura sonha, e, o que, na realidade, a procura pode adquirir, em determinado contexto geográfico temporal.
Pretender o contrário, como alguns, particulares e até o Estado, ainda pretendem, são resquícios de um tempo e de uma mentalidade que julgavam poder dispensar a mediação por, supostamente desnecessária, pesada e até - pasme-se - contrária aos interesses das partes envolvidas numa transacção imobiliária. Como se o negócio acertado fosse aquele que não era mediado, preferencialmente sob a forma de variante do pecado da gula.
Infelizmente, ainda há quem caia nestas tentações, e, acabe a ceder bens imobiliários a preços muito inferiores aos que receberia, se tivesse optado pelo recurso à mediação profissional. Em mercados competitivos, onde os direitos dos consumidores são, rigorosamente vigiados e defendidos, mais de 85% das transacções imobiliárias fazem-se com o recurso à mediação e, na maioria esmagadora dos casos, através da primeira empresa de mediação contactada pelos interessados.
Fonte: Luís Lima - Presidente da APEMIP
terça-feira, 2 de março de 2010
Prestação da casa fica mais barata

As taxas interbancárias voltaram a descer em Fevereiro. A Euribor a seis meses está a 0,95%, enquanto a taxa a 3 meses fixou-se nos 0,65%.
As famílias que revêem este mês a prestação da casa vão pagar menos 2%. De acordo com a simulação feita nas calculadoras da Agência Financeira, um empréstimo de 100 mil euros a 30 anos, com spread de 1% e indexado à euribor a 3 meses terá um poupança de pouco mais de 2 euros.
Já se estiver contratado o prazo a 6 meses, a poupança é de 7 euros e as famílias ficam a pagar 369 euros.
É uma pequena alteração face ao que pagavam em Fevereiro, mas é preciso ter em conta que estas famílias gastavam o dobro no final de 2008. Os encargos com a casa são significativos: é uma poupança de quase 200 euros em pouco mais de um ano.
Com as euribor no valor mais baixo de sempre, as famílias gastam agora menos 40% com o empréstimo da casa.
Quem paga a casa ao banco tem mais um alívio. Os juros do crédito à habitação voltaram a descer, no último mês.
Para Março, as prestações revistas vão baixar 2%.
Fonte: Agência Financeira
segunda-feira, 1 de março de 2010
Vencedor da Taça - Fevereiro 2010

Luís Nunes & Pedro Santos
Angariadores Imobiliários
Agentes que mais angariaram durante o mês de Fevereiro.
No âmbito do programa de reconhecimento da RE/MAX Rumo, tem como objectivo premiar o agente que mais produz.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Vai comprar ou vender casa? Atenção a isto ...

Certificados energéticos são obrigatórios mas estão a ser mal feitos e podem levar compradores das casas ao engano. Proprietários também podem sair prejudicados
Hoje em dia todas as casas precisam de certificação energética para serem vendidas. Mas cuidado: este processo nem sempre é bem realizado e os proprietários podem ser prejudicados pelos erros que algumas entidades de certificação cometem. Porque quanto pior for a avaliação, menos vale o imóvel.
Em Novembro último, a pedido da Deco Proteste, cinco proprietários de apartamentos T2 e T3, em dois prédios da Grande Lisboa, solicitaram certificação energética. E, de acordo com os especialistas da associação de defesa do consumidor, os peritos cometeram «falhas graves» e «os certificados nem sempre são emitidos correctamente».
A Proteste diz mesmo que um dos certificados não incluía as obrigatórias medidas de melhoria e que algumas casas nem foram visitadas por peritos qualificados.
De acordo com a análise da associação, publicada na revista Deco Proteste de Março, os «peritos não seguem os mesmos critérios na avaliação e apartamentos iguais receberam classes energéticas diferentes.
«O certificado é uma mais-valia para o futuro proprietário: na hora de escolher a casa a comprar, deve consultá-lo, para conhecer o comportamento energético do imóvel e compará-lo com o de outros», explica a Deco. Mas se o certificado não for fiel à realidade, então torna-se inútil e enganador.
«Dada a importância deste processo para conhecer os consumos das famílias e melhorar o conforto das habitações, a Deco comunicou os resultados desta investigação à ADENE, entidade supervisora. A agência já reconheceu a necessidade de intervenção e garantiu que os certificados vão ser corrigidos», refere a associação.
A Deco reivindica ainda que os contribuintes deveriam poder incluir o custo do certificado na declaração de IRS e deduzi-lo à mais-valia da venda. «Tal como a caderneta predial, o certificado deveria estar disponível para consulta, por exemplo, no portal das finanças», diz.
É de recordar que o simulador criado pela Deco em parceria com a ADENE, que está disponível em www.deco.proteste.pt/certificadoenergetico, permite estimar a classe dos imóveis, os consumos para água quente, aquecimento e arrefecimento. No mesmo local, é possível consultar as dicas para pedir certificação energética em 10 passos.
Fonte: Agência Financeira
Subscrever:
Mensagens (Atom)
ESTAMOS A RECRUTAR 3 COMERCIAIS (m/f):
Nas Zonas do Entroncamento, V.N. Barquinha, Golegã, Riachos, Chamusca, Abrantes, Tramagal.
Ligue 249 729 190 / 96 766 44 64 ou envie CV para rumo@remax.pt
Ligue 249 729 190 / 96 766 44 64 ou envie CV para rumo@remax.pt















